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terça-feira, 28 de julho de 2015

dia dezoito

não, eu não quero conversar, seu taxista e, não, não estou mal apenas não desejo conversar. é muito importante olhar ao fundo dos olhos. ainda mais quando se falando de performance. uma sorte tremenda esta de o corpo poder se dizer. contaram me que aquela moça que eu havia conhecido faz algumas semanas, pois então, ela faleceu, ela dormiu e não acordou. como é isso, oh, vida? ontem eu acordei com o café e a torrada, feitos por ele, sobre a mesa. olhei pela janela e tive medo de encarar algum futuro. eu sei lá. amanhã eu amanhecerei munido a óculos escuro. e depois o papo, a casa, eu e helena. só não pode isso de almoçar pizza e muito menos às 20h.

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