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quarta-feira, 29 de julho de 2015

dia dezenove

dormi na sala sobre o mole colchão ao lado do celular carregando e de um imenso cinzeiro cheio de guimbas, que delícia, só que não, mas acendi um incenso da helena e a terça feira começou com banho e táxi para o aeroporto.
check in para a poltrona 30A. avião pequeno do rio para beagá. ouvi as músicas acertadas e desci aqui onde estou agora. um crachá, um carinho, a rita mexe comigo. um lindo trabalho do qual eu sou parte me possibilita compreender o porquê de tudo isso.
mas não quero dizer, quero dormir na casa de um novo amigo, ver um bebê me olhando firme e profundamente, quero tomar um banho e entrar de novo dentro de outro teatro.
o moço com mesmo nome que o meu já me conhecia. ele selecionou o meu trabalho para participar da nova edição de um novo festival, mostra, de solos.
mal sabe ele que de solo não há nada porque o narrador me povoa como pólvora em chamas.
estou com sono.

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