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sábado, 24 de novembro de 2012

peso


pesado sem olhar rimas
deico
a mão
tropeçar
como se fosse possível
escrtever sem pensar
na tragéia íntima

íçpç
sei que estou perdido
mas de olhos
anda
fechados
tento o possível
e o não
possível

acentuo palabvras
acentua 
acentuo
eu quero dizer
eu acentuo palavras
como quem pode
quem sabe
escrever poesias
escrevo
escrevo

e pulo linhas
pular linhas é fácilç
é cmo
é como esquecer dores

e
df
euq
porra
porra
quero dizer
pular linhas é como esquecer doresa
dores
antigas
eu tento
eu tento
e as vezes
sema cento mesmo
sem gravidade
pular linhas
quero dizer
esquecer dores
é só 

eh só mera questão de velociudade
de 
de velociud
de velocidade
de vlecodididdi

merda
perdio o fluxo
meuso ol
meus olhos fechados
me invademv
me invadem
nao sei
eles me olham o dentro
me reviram e provam
o concreto
o v
o
cmo

´p

porra
tá i
é dificil até mesmo reclamar
meus olhos fechados
quem sabe
abrirsei

abrir se ao
noutra manhã

se voces 
se vo
se vc estiver lendo essa poesia
quem sabe vá duvidar de mim
quem sabe
vc
ao ler
esta poesias
se perguynte
se pergunte
se pergunte
se isso é mesmo
isso que eu desejo pra ti
e pra mim

não é
não é
quis sempre o melhor
mas hoje
isto
isto
isto
é só o que consigo ter
dar

é
é
pe o que consigo te dar
me dar
é o que ocnsigo
para ns
para nos receber

(percebam
iys3eu 
os
ousei usar uma
não ekfdso
poir
merda
merda
escrevi medda?
merda?
acho que sim
quis dizer
que fui tentar usar parenteses
mas nessa escuyridao toda
sema cento
nao sei bem o que esc
m,er
porra
´
porra
ta claro?
porra
usei uma interrrrrrrogaçã
merda
merda
merda
ok
aca
acaboui
acaboua
acanou
acanou!!!!!!

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