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sexta-feira, 15 de junho de 2012

Sem Posto

O poeta que um dia achei
que fosse
Morreu

Em vão
meu corpo procura os verbos
que as mãos
vencidas
Não mais sabem conjurar.

O filho que um dia
minha mãe fez
Sem pai nem veto
Hoje baila

entretido

Em seu silêncio
revestido a sorte
falseado em destino.

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