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domingo, 22 de maio de 2016

21 de Maio de 2016

Algo se solta
Algo se perde
Se encontra
Alguma coisa
Física e palpável
Invisível mas tangente
À pele
Ao meu modo de ser e estar
Aqui neste instante.

Eu poderia tomar um tempo maior
Mas agora é só um ponto que se faz
Ponto final que abre fileiras de novos
Parágrafos.
Prosa sem medo de ansiar mundos

Neste dia eu me reencontro comigo mesmo
Na sinceridade que me faz querer
Estar vivo e continuar este e
Outros jogos.

A voz que tanto dizia, enfim,
Fala rente ao corpo. Sou todo
Exposto, ciente do risco preciso
Que é ser quem se é.

Nasci do amor para o amor fazer brotar.
Não me resta outra opção. E nem quero
Que possa existir.

Assim caminho, renovado,
Ontem me faz hoje aquilo
Que pensava não ser capaz
De lançar.

Tudo voa leve e brilha no alto.
Eu sou esse cara.
Eu quero sê-lo.

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