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domingo, 25 de outubro de 2015

Perigo

Estou aqui
Nada novo
Mas voltar
Renova

Ouço o som
Que me escapa
Ouço o som
Que me falta

Ontem acreditei
Hoje não mais
O que fazer?
Respiro inconstante

Minhas certezas
Duram apenas este
Instante
Que fazer?

Sozinho
Redescubro os horizontes
Sozinho refaço-me
Não mais beligerante

Se possível
Este som
Se impossível
Aquela solidão

A me lembrar
De passo em passo
Verso em verso
O já sabido:

Serás para sempre, Diogo
Sozinho. Pois não acredita
Ainda
Na eternidade.

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