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terça-feira, 3 de julho de 2012

o filho mais novo é sempre o mais abusado


Primavera leste é uma peça-enigma. Eu nunca a entendi. Ela desafia meu entendimento e, sobretudo, minha ignorância. É filho que nasceu de súbito, me fazendo perfurar o tempo em busca das palavras mais afiadas, sem medir dia frio noite ou calor. Nem sei. Tomei tanto café. Respirei tanta fumaça. Que nasceu uma peça fria e maniqueísta. Um tiro no pé. Cheio de pontos. Mas sem reticências para os costurar. Nasceu de novo e mais uma vez feito tentativa. Sobre esses três jovens protagonistas: eu tenho pena deles. Pena de sua burrice. Ou pior: pena de sua consciência não todo atingida. Sobre essa professora: queria que todos fossem assim tão ousados. Minha heroína desenhada a lápis HB. Um esboço sincero duro e sem medo de ser lapso. Primavera leste nasceu ontem para brindar o amanhã que ainda não veio. Mas sobre o que mesmo que eu estava escrevendo?


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